Adoção Tardia

Você sabia que no Brasil existem 8,5 mil crianças na lista de espera para encontrar um novo lar? Desse número, pouco mais de 7 mil têm mais de 3 anos de idade, de acordo com o Cadastro Nacional de Adoção. Essas crianças começam a ter mais dificuldades de serem adotadas, já que a maioria dos 43 mil pais e mães pretendentes preferem dar seus sobrenomes a recém-nascidos e bebês de até três anos. No Distrito Federal, 195 crianças fazem parte do Cadastro.

O que muitos pensam é que adotar uma criança mais velha significa levar problema pra casa. Mas não é nada disso. Segundo psicólogos, a adoção tardia é um ganho tanto para os pais, quanto para as crianças. Algumas delas já desenvolveram a fala, outras deixaram as fraldas de lado, e o mais importante: elas podem ser grandes parceiras para toda a vida. Além disso, a adoção tardia pode ser menos dolorosa e mais rápida, já que existe uma lei que torna menos burocrática a adoção para crianças mais velhas. A gente pode te contar mais sobre isso :)

Apadrinhamento Afetivo

Pra quem não se considera preparado, ou ainda não pode levar uma criança ou adolescente permanentemente pra casa, existe uma solução. O Apadrinhamento Afetivo é um programa destinado a pessoas maiores de 21 anos que têm condições de dar aconchego pra uma criança que está há muito tempo no abrigo.

O padrinho pode levar o afilhado para passear, passar um final de semana com ele, e também pode ajudar financeiramente comprando roupas, presentes, e até ajudando a fazer um curso de informática, por exemplo. Durante esse tempo, os dois terão troca de experiência, carinho e muita alegria. Pra ser um padrinho ou madrinha, é preciso estar habilitado. Por isso, existe um curso específico no Grupo Aconchego.

Se você ficou interessado em dar uma chance para a Adoção Tardia e/ou Apadrinhamento Afetivo, o Grupo Aconchego pode te ajudar. Preencha esse formulário e entraremos em contato com você!

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